Racismo e representatividade na moda

Para o Jornal do Commercio, relembrei alguns casos de racismo envolvendo personalidades no mundo da moda. Me atendo à nomes brasileiros, denúncias e episódios voltaram a ganhar destaque com o movimento Black Lives Matter - Vidas Negras Importam, em português. A partir disso, questionei onde estão esses corpos negros quando não estão sofrendo dentro do próprio ramo; e fiz uma análise sobre como essa ausência vem mudando ao longo dos anos.

Muito além de uma hashtag: conheça serviços e empreendedores negros

A mudança de uma sociedade racista acontece a partir do ato de repensar. Repensar falas, atitudes, relações e até mesmo hábitos de consumo. Pensando nisso, produzi uma matéria para o Blog Social1 procurando evidenciar empreendedores e profissionais negros de diversas áreas em Pernambuco. Seja na arte, beleza, moda ou medicina, corpos negros precisam cada vez mais ocupar espaços comuns e estarem em evidência - combatendo às estatísticas.

Cinema: a importância da representatividade negra nas telonas

Consumir e produzir cinema é também sobre o que e quem está sendo representado para o público. O termo “representatividade” vem sendo, cada vez mais, discutido em diversas áreas da sociedade. Afinal, que pessoas são representadas, diariamente, seja nas produções hollywoodianas ou nacionais? Na matéria, conto um pouco sobre como corpos negros estão sendo representados nas obras cinematográficas.

Identidade e resistência são a essência de ‘Bacurau’, dizem os diretores do filme

Pensar em “Bacurau” é remeter automaticamente à resistência. E foi isso que os diretores do filme, Kleber Mendonça Filho e Juliano Dornelles, em conjunto com o elenco do longa, ressaltaram ao descrever a mensagem que o filme passa aos espectadores em coletiva de imprensa. Para a Folha de Pernambuco, escrevi sobre as percepções do elenco do filme lançado em 2019 que causou rebuliço Brasil afora. Dentre os artistas, Sônia Braga, Bárbara Colen e Buda Lira.

A homofobia destruiu os sonhos de Jefferson Cruz

Junho é o mês do Orgulho LGBT. Para a família de Jefferson Cruz, de 23 anos, marca também o episódio terrível de homofobia acometido pelo jovem, em 7 de dezembro de 2018. Brutalmente agredido, a realidade de Jefferson mudou completamente desde esse dia. Hoje sem falar, andar e exprimir reações, a reportagem conta como os familiares lidaram com o renascimento de uma mãe e de um filho - unidos pela troca de olhares.
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